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O maior e mais veloz navio do Greenpeace foi adaptado para diminuir seu impacto ambiental. Conheça suas características

Esperanza visita o parque eólico Prinses Amalia no Mar do Norte Foto: Gerard Til / Greenpeace

O maior navio do Greenpeace, que pela primeira vez se encontra em águas brasileiras para a expedição inédita em busca dos corais ocultos da Amazônia, sempre buscou reduzir ao mínimo os impactos de sua operação – seja quando percorre as regiões geladas do Ártico ou nas águas quentes dos trópicos, como agora.

Para isso, ele passou por uma reforma durante meses, na qual foi equipado para emitir poluentes abaixo dos níveis mínimos padrão. Se tornou, assim, uma referência em embarcações amigáveis ao meio ambiente. Afinal, quem luta tanto pelo planeta e por um futuro melhor deve ser exemplo. Confira algumas dessas medidas:

– Menos CO2: O sistema de propulsão diesel-elétrico é mais eficiente, emite menos gás carbônico e ainda gera energia elétrica para todo o barco;

O barco do Greenpeace ganha a companhia dos golfinhos rotadores Foto: Steve De Neef/Greenpeace

– Sem rastros: Adaptamos o sistema de combustível para evitar qualquer derramamento;

– O cocô de ninguém vai pro mar: Toda a água residual (esgoto) passa por purificadores 15 vezes mais eficientes que padrão determinado pela legislação internacional – só água limpa é devolvida;

– Tá com sede? O navio pode dessalinizar 50 m3 de água por dia, seja por sistema de osmose reversa quanto evaporação.

–  Pra ninguém passar calor: A refrigeração e o ar-condicionado são a base de amônia em vez dos gases CFC, que reduzem a camada de ozônio e são tóxicos;

– Verde por fora e na essência: a pintura do casco é livre de TBT, um composto anti-incrustante tóxico; quase todo o amianto também foi removido e o restante confinado de forma segura.


 

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