Abrahão Crispim Filho da redação

De quatro em quatro anos o sujeito vai lá e ajuda a decidir quem serão os representantes em diferentes cargos eletivos da república. Na Câmara dos Deputados o índice de renovação fica entre 35% e 45% dos parlamentares a cada nova eleição – índice bem elevado.

E quanto a um juiz ou promotor ou âncora de TV? Será que nós podemos avaliar o trabalho dos mesmos e trocá-los de quando em quando se estiverem abaixo das nossas expectativas? Ao contrário dos cargos eletivos, sob controle estrito da soberania do voto popular, juízes, promotores e âncoras ficam a vida inteira nos lugares onde estão e não se submetem nunca ao crivo do povo.

Prefiro um zilhão de vezes um modelo que se submete ao crivo popular do que ficar dando um poder excessivo e descomunal a essas corporações e castas, herméticas e reacionárias, encasteladas em si próprias.


 

R7 TORPEDO - DE OLHO NA MÍDIA
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